Apuração
Deputado federal · 2006 · PSOL

Paulo Henrique

Paulo Henrique Costa Mattos · nasceu em 1967

Paulo Henrique se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2002), PSOL (2006).

Dep. federalPartidoPTPSOL200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 39 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Tocantins
    PSOL 5000· esquerda
    não eleito1.298 votos; 38º mais votado de 70 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Tocantins
    PT 1313· centro-esquerda
    não eleito9.239 votos; 14º mais votado de 60 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Paulo Henrique teve 1.298 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 38º lugar entre 70 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Gurupi deu 41,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.

1.298 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.298 votos.
  1. Gurupi (TO)539 votos41,5%
  2. Palmas (TO)327 votos25,2%
  3. Colinas do Tocantins (TO)65 votos5%
  4. Araguaína (TO)49 votos3,8%
  5. Porto Nacional (TO)32 votos2,5%
  6. Outras 46 cidades131 votos10,1%
As outras 1 eleições para deputado
9.239 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.239 votos.
  1. Colinas do Tocantins (TO)2.170 votos23,5%
  2. Palmas (TO)1.720 votos18,6%
  3. Araguaína (TO)298 votos3,2%
  4. Pequizeiro (TO)279 votos3%
  5. Couto Magalhães (TO)243 votos2,6%
  6. Outras 114 cidades2.716 votos29,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Paulo Henrique declarou R$ 436,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 436,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 146.500 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Tocantins em 2006.

  • Paulo HenriqueR$ 436,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 190,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 436,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. casa Qd-S-12R$ 208,8 mil
    Imóveis
  2. 50% imóvel lote-casa 034R$ 89,5 mil
    Imóveis
  3. Corsan Sedan GMR$ 53,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Lote 06, Qd 14, Parque das Acácias, Gurupi (TO)R$ 29,8 mil
    Imóveis
  5. Lote 40, Qd 14, Parque das Acácias, Gurupi (TO)R$ 29,8 mil
    Imóveis
  6. Lote n. 13, Qd 01, Parque Residencial Atalaia, Gurupi (TO)R$ 14,9 mil
    Imóveis
  7. Honda C-100, Biz ES, 2001, placas MVQ 6382R$ 10,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Henrique declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 29 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Tocantins · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 28,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,1 mil45,4%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 11,1 mil38,6%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Psol-ToR$ 4.62116%

Para onde foi

R$ 28,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 9.44432,7%
  2. RepassesTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 2.96610,3%
  3. TransporteR$ 8282,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4451,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Tocantins, 2006

Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Osvaldo Reis, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 3,57.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 733 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.