Santana
José Santana Neto · nasceu em 1964
Santana se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Prefeito · Colinas do Tocantins (TO)PT 13· centro-esquerda· na urna, José Santanaeleito6.619 votos, 40,5%
- 2006Deputado federal · TocantinsPT 1314· centro-esquerda· na urna, José Santananão eleito35.741 votos; 4º mais votado de 70 no estado
- 2002Deputado estadual · TocantinsPT 13131· centro-esquerda· na urna, Santana do Pteleito7.918 votos; 26º mais votado de 264 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Santana teve 35.741 votos para deputado federal, 5,2% dos votos válidos do estado: 4º lugar entre 70 candidatos.
Recebeu votos em 137 cidades. Colinas do Tocantins deu 22,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Santana declarou R$ 284,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 221,6 mil acima da inflação.
Declarou 44% da mediana dos candidatos a prefeito no Tocantins em 2012.
- SantanaR$ 284,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 649,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 670,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Empréstimo a amália maria santana da silvaR$ 109,6 milOutros créditos e poupança vinculada
- Empréstimo ao antônio andrade limaR$ 109,6 milOutros créditos e poupança vinculada
- Gol, ano 2008R$ 39,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Gol, ano 2002R$ 26,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Santana declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,1 milhão.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Colinas do Tocantins (TO) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas16 pessoas, não nomeadasR$ 771,8 mil73,2%
- Próprio bolsoR$ 255,6 mil24,3%
- EmpresasR$ 26,5 mil2,5%
Para onde foi
- Pessoal89 pessoas, não nomeadasR$ 171,7 mil16,3%
- OutrosR$ 6.4980,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Colinas do Tocantins (TO), 2012
Santana: R$ 117 por voto (mediana da disputa, R$ 13,8).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Santana PTR$ 1,1 milhão · 8.999 votosR$ 117
- Maria Helena PSDR$ 102 mil · 7.394 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 109 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 138 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.