Paulo Giroldi
Paulo Cesar Giroldi · nasceu em 1973
Paulo Giroldi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Giroldi declarou R$ 131 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 79,7 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paulo GiroldiR$ 131 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Automóvel hatch marca fordR$ 52 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sup. frente de uma casa localizada na rua joão manoel…R$ 32,5 milCasa
- Parte do lote urbano n. 1R$ 26 milTerreno
- Conta corrente banrisulR$ 12,4 milOutros depósitos à vista e numerário
- Dinheiro em espécieR$ 8.123Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulo Giroldi declarou ao TSE R$ 75 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Guaporé (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17,3 mil80,7%
- PessoasR$ 3.96718,5%
- Outros candidatosR$ 1700,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 16,3 mil76%
- EscritórioR$ 2.0089,4%
- PessoalR$ 1.9439,1%
- ServiçosR$ 8914,2%
- TransporteR$ 3141,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Guaporé (RS), 2016
Paulo Giroldi: R$ 37 por voto (mediana da disputa, R$ 12,5). Quem venceu, Rodrigo De Marco, gastou R$ 7,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,1; o mais barato, R$ 7,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Giroldi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Farina PDTR$ 5,9 mil · 143 votosR$ 41,1
- Paulo Giroldi MDBR$ 21 mil · 579 votosR$ 37
- Isabel Salvi PDTR$ 13 mil · 402 votosR$ 32,6
- Airton PDTR$ 5,9 mil · 293 votosR$ 20,1
- Diego Nodari PTBR$ 6,9 mil · 422 votosR$ 16,3
- Ademir Damo PDTR$ 15 mil · 964 votosR$ 15,3
- Pita PPR$ 9,1 mil · 734 votosR$ 12,5
- Mann PTR$ 8 mil · 681 votosR$ 11,7
- Homero Marcolina MDBR$ 8,8 mil · 847 votosR$ 10,3
- Pasini PPR$ 9,3 mil · 931 votosR$ 9,97
- Jairo Zanatta MDBR$ 7,9 mil · 831 votosR$ 9,56
- Rodrigo De Marco PDTR$ 6,7 mil · 872 votosR$ 7,65
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.