Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PSOL

Paulo Gideão

Paulo Gideão de Souza · nasceu em 1954

Paulo Gideão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,80← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSOL2014PSOL2016PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPSOL201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, auxiliar de escritório e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Torres (RS)
    PSOL 50· esquerda
    Na chapa de Marzinho
    chapa não eleita652 votos da chapa, 3,4%
  2. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSOL 5011· esquerda· na urna, Paulo Gideao
    não eleito283 votos; 265º mais votado de 308 no estado
  3. 2012
    Prefeito · Torres (RS)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito395 votos, 1,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Paulo Gideão teve 283 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 265º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 48 cidades. Torres deu 38,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,2%.

283 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 283 votos.
  1. Torres (RS)110 votos38,9%
  2. Porto Alegre (RS)69 votos24,4%
  3. Lajeado (RS)17 votos6%
  4. Viamão (RS)10 votos3,5%
  5. Alvorada (RS)7 votos2,5%
  6. Outras 33 cidades39 votos13,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Gideão declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 3,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 3.456
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.456
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 82 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 229 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.