Paulo Garcia
Paulo de Siqueira Garcia · nasceu em 1959
Paulo Garcia se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Goiânia (GO)PT 15· centro-esquerdaNa chapa de Iris Rezendechapa eleita472.319 votos da chapa, 74,2%
- 2006Deputado estadual · GoiásPT 13513· centro-esquerdasuplente11.171 votos; 77º mais votado de 473 no estado
- 2002Deputado estadual · GoiásPT 13513· centro-esquerdaeleito11.785 votos; 60º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Paulo Garcia teve 11.171 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 77º lugar entre 473 candidatos.
Recebeu votos em 172 cidades. Goiânia deu 37,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulo Garcia declarou R$ 334,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 134 mil acima da inflação.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2012.
- Paulo GarciaR$ 334,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 872,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Dinheiro em moeda nacional para reservasR$ 134,2 milDinheiro em espécie
- Fiat uno way 1.4 placa nkx 3829 ano e mod. 2010 financiado…R$ 129 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Real açoes petrobrasR$ 51,7 milAções
- Banco do brasil conta corrente e VGBLR$ 15,9 milPrevidência VGBL
- Banco santanderR$ 2.115Conta corrente no país
- Unimed seguradora S/A cnpl 92863505/0001-06R$ 1.858Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Garcia declarou ao TSE R$ 12,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 12,1 milhões.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Goiânia (GO) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 793,7 mil6,5%
Para onde foi
- Pessoal1.207 pessoas, não nomeadasR$ 1,1 mi9,2%
- RepassesR$ 4.549< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Goiânia (GO), 2012
Paulo Garcia: R$ 34,7 por voto (mediana da disputa, R$ 16). O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 2,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jovair Arantes PTBR$ 13,1 milhões · 86.287 votosR$ 152
- Paulo Garcia PTR$ 12,1 milhões · 349.335 votosR$ 34,7
- Isaura Lemos PC do BR$ 432 mil · 20.210 votosR$ 21,4
- Rubens Donizzeti PSTUR$ 35 mil · 1.792 votosR$ 19,6
- José Netho PPLR$ 30 mil · 1.894 votosR$ 16
- Simeyzon PSCR$ 520 mil · 65.108 votosR$ 7,98
- Elias Junior MOBILIZAR$ 262 mil · 61.930 votosR$ 4,24
- Professor Pantaleão PSOLR$ 48 mil · 19.130 votosR$ 2,51
Votos por real
- 2012, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 40 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.