Apuração
Deputado estadual · 2006 · PSDB

Paulo Freire

Paulo Ricardo Rocha Freire · nasceu em 1969

Paulo Freire se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PHS2006PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PHS (2004), PSDB (2006).

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoPHSPSDB20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 36 anos, superior incompleto, representante comercial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSDB 45577· centro-direita
    suplente4.399 votos; 236º mais votado de 486 no estado
  2. 2004
    Vice-prefeito · Sapucaia do Sul (RS)
    PHS 31· centro-direita
    Na chapa de Manoelzinho
    chapa não eleita9.633 votos da chapa, 12,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Paulo Freire teve 4.399 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 236º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Sapucaia do Sul deu 57,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.

4.399 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.399 votos.
  1. Sapucaia do Sul (RS)2.543 votos57,8%
  2. São Leopoldo (RS)907 votos20,6%
  3. Porto Alegre (RS)212 votos4,8%
  4. Esteio (RS)164 votos3,7%
  5. Novo Hamburgo (RS)121 votos2,8%
  6. Outras 67 cidades212 votos4,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Paulo Freire declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 69,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,8 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Júlio C. Redecker 4511-RsR$ 29,7 mil42,5%
  2. EmpresasTudo de Mello Duarte Const. LtdaR$ 24,3 mil34,9%
  3. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 15,8 mil22,6%

Para onde foi

R$ 69,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 25% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Rhima Records - José Rogério Pletes Dos SantosR$ 5.9328,5%
  2. TransporteR$ 1.4832,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Paulo Odone, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 491; o mais barato, R$ 8,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 63 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.