Marco Peixoto
Marco Antonio Lopes Peixoto · nasceu em 1955
Marco Peixoto se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, eleito.
Declarou ao TSE em 2006: 51 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPP 11444· direitaeleito51.411 votos; 20º mais votado de 486 no estado
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPP 11444· direitaeleito41.308 votos; 29º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marco Peixoto teve 51.411 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 20º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 247 cidades. Santiago deu 26,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Marco Peixoto declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2006.
- Marco PeixotoR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 268,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 894,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 15 itens declarados em 2006, do maior ao menor
- Emprestimo a receber de marco construções LTDAR$ 441,4 milCréditos e direitos
- Um apartamento de n. 1104 na rua duque de caxiasR$ 305,2 milImóveis
- Um predio de alvenaria sito na av. getulio vargas com…R$ 289,7 milImóveis
- Uma casa de alvenaria com terreno em xangri-laR$ 197,6 milImóveis
- Importancia em moedaR$ 134,2 milDinheiro e aplicações
- Um automovel palio 2001 placas ikn 5876R$ 64,1 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um automovel fiat ano 2002 placas ikr 0384R$ 38,6 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um terreno sito a rua francisco brandãoR$ 32,8 milImóveis
- Uma area de 1.980 matricula 36.306R$ 8.947Outros
- Uma area de 1.980m2 matricula 36.436R$ 8.947Outros
- Uma linha telefonicaR$ 7.414Outros
- Um terreno area de 1.364m2R$ 5.964Imóveis
- Uma moto sundown placas ifn 2059R$ 4.473Veículos, barcos e aeronaves
- Hsb titulo de capitalizaçãoR$ 432Dinheiro e aplicações
- Hsb poupançaR$ 391Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marco Peixoto declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 575 mil.
Campanha a campanha
2006 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 170,7 mil29,7%
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 49,1 mil8,5%
- PartidoR$ 7.3471,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 235 mil40,9%
- ServiçosR$ 13,3 mil2,3%
- EscritórioR$ 9.9631,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.7800,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2006
Marco Peixoto: R$ 11,2 por voto (mediana da disputa, R$ 19,3). Quem venceu, Paulo Odone, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 491; o mais barato, R$ 8,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marco Peixoto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jorginho MDBR$ 698 mil · 1.422 votosR$ 491
- Floriza PDTR$ 1,3 milhão · 13.363 votosR$ 98,2
- Berfran Rosado CIDADANIAR$ 1,4 milhão · 25.141 votosR$ 54,5
- Jairo Jorge PTR$ 1,1 milhão · 26.578 votosR$ 42,5
- Alberto Oliveira MDBR$ 1,4 milhão · 36.516 votosR$ 38,1
- Antonio Hohlfeldt MDBR$ 868 mil · 26.432 votosR$ 32,8
- Villaverde PTR$ 894 mil · 31.460 votosR$ 28,4
- Mauro Sparta PSDBR$ 551 mil · 20.677 votosR$ 26,7
- Leila Fetter PPR$ 886 mil · 38.070 votosR$ 23,3
- Jair Soares PPR$ 831 mil · 37.622 votosR$ 22,1
- Záchia MDBR$ 1,2 milhão · 53.972 votosR$ 21,8
- Fixinha PPR$ 1,1 milhão · 53.654 votosR$ 20,9
- Julio Quadros PTR$ 601 mil · 30.421 votosR$ 19,8
- Lorentz PPR$ 633 mil · 32.352 votosR$ 19,6
- Nelson Marchezan Jr. PSDBR$ 881 mil · 45.604 votosR$ 19,3
- Kalil Sehbe PDTR$ 908 mil · 47.438 votosR$ 19,1
- Adroaldo Loureiro PDTR$ 826 mil · 43.702 votosR$ 18,9
- Frederico Antunes PPR$ 1,3 milhão · 72.721 votosR$ 18,5
- Zulke PTR$ 637 mil · 35.844 votosR$ 17,8
- Valdir Andres PPR$ 626 mil · 37.412 votosR$ 16,7
- Mano Changes PPR$ 628 mil · 42.671 votosR$ 14,7
- Marco Alba MDBR$ 741 mil · 52.147 votosR$ 14,2
- Jerônimo PPR$ 944 mil · 69.550 votosR$ 13,6
- Lara PTBR$ 933 mil · 68.964 votosR$ 13,5
- Marco Peixoto PPR$ 574 mil · 51.411 votosR$ 11,2
- Alceu Moreira MDBR$ 654 mil · 61.153 votosR$ 10,7
- Iradir Pietroski PTBR$ 564 mil · 54.884 votosR$ 10,3
- Silvana PPR$ 595 mil · 65.547 votosR$ 9,07
- Paulo Odone CIDADANIAR$ 676 mil · 83.680 votosR$ 8,07
Votos por real
- 2006, deputado estadual: 90 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 90 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.