Paulo Farias
Paulo Barros de Farias · nasceu em 1959
Paulo Farias se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PP (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Farias declarou R$ 56,6 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Farias declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Vicente Férrer (PE) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.15959,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14240,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Vicente Férrer (PE), 2008
Paulo Farias: R$ 3,71 por voto (mediana da disputa, R$ 7,82). Quem venceu, Vicente Ferrer, gastou R$ 3,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,4; o mais barato, R$ 3,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Farias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Régis DEMR$ 3,9 mil · 190 votosR$ 20,4
- Zé Milton DEMR$ 5,4 mil · 283 votosR$ 18,9
- Antonio Manoel PSDBR$ 6,5 mil · 548 votosR$ 11,8
- Télamo PLR$ 3,1 mil · 293 votosR$ 10,5
- Paulinho Chagas PSBR$ 4,8 mil · 580 votosR$ 8,31
- Silvana Da Chã DEMR$ 4,4 mil · 537 votosR$ 8,23
- Tão Macaco DEMR$ 4,9 mil · 623 votosR$ 7,82
- Deda Elias PPR$ 4 mil · 575 votosR$ 6,93
- Geudi Barbosa PSDBR$ 1,9 mil · 305 votosR$ 6,24
- Louro PSDBR$ 2,4 mil · 619 votosR$ 3,89
- Paulo Farias PPR$ 2,1 mil · 578 votosR$ 3,71
- Vicente Ferrer DEMR$ 3,5 mil · 988 votosR$ 3,52
Votos por real
- 2008, vereador: 270 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.