Paulo do Bar
Paulo Henrique Faria · nasceu em 1980
Paulo do Bar se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2012), SOLIDARIEDADE (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo do Bar declarou R$ 186,8 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 170,3 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Paulo do BarR$ 186,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Em economiasR$ 121,9 milDinheiro em espécie
- Veiculo siena ano 2010 cor prataR$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo fiat uno ano 2001 cor azulR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas de capital na empresa paulo henrique faria CNPJ…R$ 8.123Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo do Bar declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pompéu (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.40636,2%
- PessoasR$ 2.35535,5%
- Fundo eleitoralR$ 1.47922,3%
- Outros candidatosR$ 2654%
- PartidoR$ 1342%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.31490,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4479,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Pompéu (MG), 2020
Paulo Do Bar: R$ 17,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,1). Quem venceu, Nilson, gastou R$ 9,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 203; o mais barato, R$ 8,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Do Bar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Menezes MDBR$ 4,7 mil · 23 votosR$ 203
- Eida Campos MDBR$ 4,7 mil · 88 votosR$ 53,1
- Dorinha Bonfim REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 83 votosR$ 28,7
- Reinaldo Da Elcinha REPUBLICANOSR$ 9,1 mil · 480 votosR$ 18,9
- Paulo Do Bar PSDR$ 4,8 mil · 270 votosR$ 17,6
- Jordania Santos PSBR$ 4,9 mil · 282 votosR$ 17,4
- Afonsinho Da Funeraria PSDR$ 4,4 mil · 292 votosR$ 15,1
- Michelle AGIRR$ 7,3 mil · 546 votosR$ 13,4
- Kassio Amorim PSBR$ 4,7 mil · 471 votosR$ 9,92
- Nilson REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 769 votosR$ 9,20
- Romere Enfermeira MDBR$ 5,2 mil · 634 votosR$ 8,27
- Kenedy Wallafy REPUBLICANOSR$ 4,5 mil · 545 votosR$ 8,17
Votos por real
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.