Apuração
Deputado estadual · 2018 · PP

Paulo Deola

nasceu em 1970

Paulo Deola se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,11← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2016PDT2018PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PDT (2004–2016), PP (2018).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDTPP20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 48 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Paraná
    PP 11111· direita
    suplente26.676 votos; 61º mais votado de 704 no estado
  2. 2016
    Vice-prefeito · Bom Jesus do Sul (PR)
    PDT 45· centro-esquerda
    Na chapa de Cezar Bueno
    chapa eleita2.492 votos da chapa, 100,0%
  3. 2008
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito2.247 votos, 100,0%
  4. 2004
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito1.454 votos, 55,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Paulo Deola teve 26.676 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 704 candidatos.

Recebeu votos em 346 cidades. Barracão deu 10,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,4%.

26.676 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 26.676 votos.
  1. Barracão (PR)2.780 votos10,4%
  2. Bom Jesus do Sul (PR)2.366 votos8,9%
  3. Santo Antônio do Sudoeste (PR)1.968 votos7,4%
  4. Francisco Beltrão (PR)1.615 votos6,1%
  5. Curitiba (PR)1.147 votos4,3%
  6. Outras 331 cidades11.895 votos44,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Paulo Deola declarou R$ 614,6 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 181,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 614,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 403.806 na declaração)

Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2018.

  • Paulo DeolaR$ 614,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 614,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Uma casa em alvenaria medindo 254 M2 construida sob os…R$ 343,8 mil
    Casa
  2. Disponibilidade financeiraR$ 235,9 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Lote urbano nr 01 e 12 da quadra 16 a medindo 469R$ 28,7 mil
    Terreno
  4. Conta capital na coop de credito livre adm fronteira do…R$ 3.409
    Outros bens e direitos
  5. Capital social sicoob são miguelR$ 1.041
    Quotas ou quinhões de capital
  6. Capital social sicoob são miguel em nome do conjugeR$ 989
    Outros bens e direitos
  7. Saldo em caderneta de poupança do banco do brasilR$ 744
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Deola declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 1,5 milhão, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Paraná · PP · suplente

De onde veio

R$ 1,5 mi
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1,5 mi
O maior gasto foi com pessoal: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal190 pessoas, não nomeadasR$ 1,1 mi74,5%
  2. TransporteR$ 36,7 mil2,4%
  3. InternetR$ 19,6 mil1,3%
  4. RepassesR$ 20< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2018

Paulo Deola: R$ 56,5 por voto (mediana da disputa, R$ 25,7). Quem venceu, Professor Lemos, gastou R$ 8,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 479; o mais barato, R$ 8,34.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Deola. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 118 votos por R$ 1.000.
  • 2004, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.