Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Paulo de Marica

Paulo Ricardo da Cruz Chagas · nasceu em 1975

Paulo de Marica se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PODE2012PC do B2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 4 partidos: PL (2004), PODE (2008), PC do B (2012), PSD (2016).

VereadorPartidoPLPODEPC do BPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Lucena (PB)
    PSD 55555· direita
    não eleito368 votos
  2. 2012
    Vereador · Lucena (PB)
    PC do B 65123· esquerda
    eleito358 votos
  3. 2008
    Vereador · Lucena (PB)
    PODE 19999· centro-direita
    eleito450 votos
  4. 2004
    Vereador · Lucena (PB)
    PL 22611· direita
    suplente237 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo de Marica declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Lucena (PB) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 3.249
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.249
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.249.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 2.16666,7%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 1.08333,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Lucena (PB), 2012

Paulo De Marica: R$ 9,08 por voto (mediana da disputa, R$ 37,9). O voto mais caro custou R$ 445; o mais barato, R$ 9,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Afranio Branco PSDBR$ 25 mil · 56 votosR$ 445
  • Cremilda MDBR$ 5,9 mil · 51 votosR$ 117
  • Glislene PDTR$ 21 mil · 228 votosR$ 94,1
  • Radialista Wellington Sousa AVANTER$ 3,9 mil · 54 votosR$ 72
  • Camarão MDBR$ 3 mil · 45 votosR$ 67,1
  • Janduir PSDBR$ 9 mil · 220 votosR$ 40,9
  • Val PSBR$ 9,6 mil · 254 votosR$ 37,9
  • Paulo Morais PLR$ 8,7 mil · 239 votosR$ 36,4
  • Maina PTBR$ 8 mil · 240 votosR$ 33,5
  • Junior Bocão REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 158 votosR$ 21,3
  • Celia PLR$ 5,5 mil · 266 votosR$ 20,6
  • Paulo De Marica PC do BR$ 3,2 mil · 358 votosR$ 9,08

Votos por real

  • 2012, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 57 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.