Apuração
1º suplente de senador · 2010 · PV

Paulo Davim

Paulo Roberto Davim · nasceu em 1959

Paulo Davim se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 1.

01

Esquerda pelo voto; centro-esquerda pelo partido

As medidas vão de −0,49 a −0,21 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 82% das votações, e com a maioria do próprio partido em 0%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoSenado 2011–2015−0,49Pelo partidoPV−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2002PT2006PV2010PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Passou por 2 partidos: PT (2002), PV (2006–2010).

Suplente sen.Dep. estadualPartidoPTPV20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2010, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2010: 50 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    1º suplente de senador · Rio Grande do Norte
    PV 154· centro-esquerda
    Na chapa de Garibaldi Filho
    chapa eleita1.042.272 votos da chapa
  2. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Norte
    PV 43123· centro-esquerda
    suplente22.492 votos; 28º mais votado de 155 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Norte
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito18.359 votos; 30º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Paulo Davim teve 22.492 votos para deputado estadual, 1,4% dos votos válidos do estado: 28º lugar entre 155 candidatos.

Recebeu votos em 154 cidades. Natal deu 52,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,3%.

22.492 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 22.492 votos.
  1. Natal (RN)11.779 votos52,4%
  2. Parnamirim (RN)1.384 votos6,2%
  3. Goianinha (RN)738 votos3,3%
  4. Touros (RN)685 votos3%
  5. Lajes (RN)487 votos2,2%
  6. Outras 139 cidades4.203 votos18,7%
As outras 1 eleições para deputado
18.359 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 18.359 votos.
  1. Natal (RN)11.905 votos64,8%
  2. Parnamirim (RN)676 votos3,7%
  3. Barcelona (RN)411 votos2,2%
  4. Afonso Bezerra (RN)386 votos2,1%
  5. Mossoró (RN)372 votos2%
  6. Outras 130 cidades2.764 votos15,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Paulo Davim declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 236,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 541.197 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Saldo em fic fi classic santanderR$ 510,7 mil
    Outros fundos
  2. Saldo em aplicação renda fixa unicredR$ 215,9 mil
    Outros fundos
  3. Saldo aplicação BB prazo banco do brasilR$ 202,5 mil
    Outros fundos
  4. Kia sorento ex 2.5 16V ano 2009R$ 193,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Saldo em conta corrente uncredR$ 75,5 mil
    Conta corrente no país
  6. Quotas do capital da empres natalcor s/cR$ 69,2 mil
    Outras participações societárias
  7. Banco do brasilR$ 63,9 mil
    Conta corrente no país
  8. Saldo em conta capital unicredR$ 4.181
    Conta corrente no país
  9. Saldo em poupança caixaR$ 2.599
    Outros fundos
  10. Saldo em poupança santanderR$ 104
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Davim declarou ao TSE R$ 495 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 416 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Rio Grande do Norte · PV · suplente

De onde veio

R$ 416 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 49 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 416 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 148,3 mil35,7%
  2. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 109,2 mil26,2%

Para onde foi

R$ 415,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 415,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 15,4 mil3,7%
  2. EscritórioR$ 1.6020,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Norte, 2006

Paulo Davim: R$ 18,5 por voto (mediana da disputa, R$ 12,4). Quem venceu, Gilson Moura, gastou R$ 7,59 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,3; o mais barato, R$ 7,52.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Davim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 234 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.