Apuração
Vereador · 2008 · DC

Paulo da Emater

Paulo Luiz dos Santos · nasceu em 1954

Paulo da Emater disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Alagoa Grande (PB)), pelo DC: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDC2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, superior completo, técnico em agronomia e agrimensura. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Alagoa Grande (PB)
    DC 27123· direita
    eleito663 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulo da Emater declarou R$ 377,5 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.

R$ 377,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 140.000 na declaração)

Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2008.

  • Paulo da EmaterR$ 377,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 50,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 377,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Paulo da Emater declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Alagoa Grande (PB) · DC · eleito

De onde veio

R$ 5.248
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.248.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.50766,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.74033,2%

Para onde foi

R$ 5.248
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.248. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 69613,3%
  2. EscritórioR$ 1342,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Alagoa Grande (PB), 2008

Paulo Da Emater: R$ 7,92 por voto (mediana da disputa, R$ 7,97). Quem venceu, Gilberto Marques, gastou R$ 3,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,5; o mais barato, R$ 3,50.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Da Emater. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mantega PDTR$ 3,1 mil · 96 votosR$ 32,5
  • Felipe Cavalcante PSDBR$ 1,4 mil · 46 votosR$ 31,2
  • Vanda Da Emater PDTR$ 2,1 mil · 89 votosR$ 23,8
  • Badelo PDTR$ 5 mil · 389 votosR$ 12,9
  • Belela PDTR$ 3,8 mil · 407 votosR$ 9,33
  • Duca Chaves PLR$ 5,1 mil · 552 votosR$ 9,22
  • Tania De Maria Da Creche PLR$ 1,4 mil · 177 votosR$ 7,97
  • Paulo Da Emater DCR$ 5,2 mil · 663 votosR$ 7,92
  • Livramento PDTR$ 2,1 mil · 340 votosR$ 6,05
  • Fabiano Luz DCR$ 3,8 mil · 662 votosR$ 5,69
  • Severina Sales DCR$ 1,4 mil · 341 votosR$ 4,16
  • Gilberto Marques PLR$ 2,5 mil · 702 votosR$ 3,50

Votos por real

  • 2008, vereador: 126 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.