Paulo César do Café
Paulo César da Costa · nasceu em 1953
Paulo César do Café se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PSD (2012), MDB (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo César do Café declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 216,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulo César do CaféR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulo César do Café declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 34 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cambuquira (MG) · PP · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 2.83089,4%
- Próprio bolsoR$ 33410,6%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Jf Servicos Contabeis LtdaR$ 2.26471,6%
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 56617,9%
- Material impressoTudo de Imagem Comunicacao Integrada LtdaR$ 31810,1%
- EscritórioR$ 140,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Cambuquira (MG), 2020
Paulo César Do Café: R$ 20,7 por voto (mediana da disputa, R$ 21,8). Quem venceu, Marial, gastou R$ 7,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,7; o mais barato, R$ 7,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo César Do Café. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nenel PSDBR$ 4,9 mil · 61 votosR$ 80,7
- Isaque AVANTER$ 4,4 mil · 101 votosR$ 43,8
- Rejany PTBR$ 5,9 mil · 152 votosR$ 38,9
- Guilherminho Pompeu AVANTER$ 8,2 mil · 248 votosR$ 33,1
- Wellington Topo PPR$ 2,6 mil · 91 votosR$ 28,5
- Gatinho AVANTER$ 2,8 mil · 112 votosR$ 25,3
- Thiago Cheirinho PPR$ 2 mil · 92 votosR$ 21,8
- Regina Da Saúde REDER$ 1,9 mil · 93 votosR$ 20,7
- Paulo César Do Café PPR$ 3,2 mil · 153 votosR$ 20,7
- Cleiton Da Pake DEMR$ 6 mil · 350 votosR$ 17,1
- Jacy AVANTER$ 2,4 mil · 147 votosR$ 16,3
- Marial PTBR$ 2,8 mil · 360 votosR$ 7,76
Votos por real
- 2020, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.