Paulo Carvalho
Paulo Miguel de Carvalho · nasceu em 1967
Paulo Carvalho disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Vargem Grande Paulista (SP)), pelo PSOL: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Carvalho declarou R$ 663,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.
- Paulo CarvalhoR$ 663,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Paulo Carvalho declarou ao TSE R$ 268 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Vargem Grande Paulista (SP) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Vargem Grande Paulista (SP), 2008
Paulo Carvalho: R$ 0,98 por voto (mediana da disputa, R$ 31,4). Quem venceu, Roberto Rocha, gastou R$ 31,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,7; o mais barato, R$ 0,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Carvalho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Campolim PTR$ 73 mil · 1.242 votosR$ 58,7
- Josué Ramos PRTBR$ 20 mil · 615 votosR$ 33
- Roberto Rocha PSBR$ 468 mil · 14.877 votosR$ 31,4
- Tó PSDBR$ 82 mil · 6.993 votosR$ 11,8
- Paulo Carvalho PSOLR$ 268 · 274 votosR$ 0,98
Votos por real
- 2008, prefeito: 274 votos por R$ 1.000, 8,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.