Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Paulo Blassioli

Paulo Celso Blassioli · nasceu em 1950

Paulo Blassioli se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PRTB2004PRTB2012PSC2016PV2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PRTB (2002–2004), PSC (2012), PV (2016), PSD (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPRTBPSCPVPSD’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Jaú (SP)
    PSD 55100· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Jaú (SP)
    PV 43789· centro
    não eleito
  3. 2012
    Vereador · Jaú (SP)
    PSC 20444· direita
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Jaú (SP)
    PRTB 28800· direita
    suplente
  5. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PRTB 2880· direita
    não eleito1.712 votos; 417º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Paulo Blassioli teve 1.712 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 417º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 99 cidades. Jaú deu 48,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,3%.

1.712 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.712 votos.
  1. Jaú (SP)833 votos48,7%
  2. São Paulo (SP)276 votos16,1%
  3. Pederneiras (SP)61 votos3,6%
  4. Araçatuba (SP)54 votos3,2%
  5. Ribeirão Bonito (SP)44 votos2,6%
  6. Outras 84 cidades251 votos14,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Paulo Blassioli declarou R$ 517,1 mil em bens, em reais de hoje: 30 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 188,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 517,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 360.000 na declaração)

Declarou 30 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Paulo BlassioliR$ 517,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 517,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulo Blassioli declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Jaú (SP) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 4.229
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.229.
  1. PessoasR$ 2.49659%
  2. Próprio bolsoR$ 1.50635,6%
  3. Outros candidatosR$ 2265,4%

Para onde foi

R$ 3.012
O maior gasto foi com material impresso: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.012.
  1. Material impressoR$ 2.66188,3%
  2. TransporteR$ 35111,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Jaú (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 48,1 por voto. Quem venceu, Chico Quevedo, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.930; o mais barato, R$ 20,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Bruna Felizi PSCR$ 42 mil · 22 votosR$ 1.930
  • Samira REPUBLICANOSR$ 15 mil · 15 votosR$ 981
  • Nelson Mazzeto PDTR$ 23 mil · 129 votosR$ 177
  • Vivian Soares REPUBLICANOSR$ 64 mil · 512 votosR$ 124
  • Cléo Furquim MDBR$ 68 mil · 645 votosR$ 105
  • Murilo Ronchesel MDBR$ 20 mil · 239 votosR$ 82,3
  • Borgo PDTR$ 40 mil · 825 votosR$ 48,1
  • Vanucci REPUBLICANOSR$ 14 mil · 419 votosR$ 34,6
  • Sargento Oliveira PLR$ 16 mil · 602 votosR$ 26,5
  • João Pacheco PSDBR$ 32 mil · 1.217 votosR$ 26,2
  • Maurílio Moretti PSLR$ 19 mil · 876 votosR$ 21,6
  • Chico Quevedo CIDADANIAR$ 20 mil · 964 votosR$ 20,4

Votos por real

  • 2020, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 210 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.