Paulo Bigodinho
Paulo Henrique Paulino e Silva · nasceu em 1990
Paulo Bigodinho se candidatou em 7 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2024.
Passou por 4 partidos: PSL (2012), AVANTE (2014), PATRIOTA (2016–2018), PV (2020–2022), AVANTE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 34 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado federal · Minas GeraisPV 4377· centro-esquerdasuplente15.880 votos; 118º mais votado de 1.035 no estado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPATRIOTA 51777· direitasuplente8.514 votos; 225º mais votado de 1.255 no estado
- 2016
- 2014Deputado federal · Minas GeraisAVANTE 7005· centro-direita· na urna, Paulinho Bigodinhosuplente2.790 votos; 197º mais votado de 620 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Paulo Bigodinho teve 15.880 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 118º lugar entre 1.035 candidatos.
Recebeu votos em 247 cidades. Santa Luzia deu 72,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Paulo Bigodinho declarou R$ 154,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 126,2 mil acima da inflação.
Declarou 34% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Paulo BigodinhoR$ 154,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Paulo Bigodinho declarou ao TSE R$ 1,5 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 984 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Santa Luzia (MG) · AVANTE · eleito
De onde veio
- PessoasR$ 7.3560,7%
Para onde foi
- Pessoal377 pessoas, não nomeadasR$ 326,7 mil35,4%
- InternetR$ 36,1 mil3,9%
- EscritórioR$ 20,4 mil2,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Luzia (MG), 2024
Paulo Bigodinho: R$ 19,5 por voto (mediana da disputa, R$ 27,1). O voto mais caro custou R$ 209; o mais barato, R$ 19,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denilson Martins PTR$ 784 mil · 3.756 votosR$ 209
- Roseli Pimentel PSBR$ 55 mil · 873 votosR$ 62,6
- Wander Do Delegado PSDR$ 1,2 milhão · 44.390 votosR$ 27,1
- Fabia PLR$ 324 mil · 13.423 votosR$ 24,1
- Paulo Bigodinho AVANTER$ 924 mil · 47.306 votosR$ 19,5
Votos por real
- 2024, prefeito: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 41 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 169 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.