Apuração
Prefeito · 2012 · PP

Paulo Bier

Paulo Roberto Bier · nasceu em 1955

Paulo Bier se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PP2004PP2006PP2008PP2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo PP.

Suplente sen.Dep. estadualPrefeitoPartidoPP200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11· direita
    eleito13.223 votos, 53,4%
  2. 2008
    PP 11· direita
    não eleito11.387 votos, 46,7%
  3. 2006
    1º suplente de senador · Rio Grande do Sul
    PP 111· direita
    Na chapa de Mônica Leal
    chapa não eleita854.700 votos da chapa
  4. 2004
    PP 11· direita
    não eleito11.030 votos, 45,6%
  5. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PP 11223· direita
    suplente23.889 votos; 78º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Paulo Bier teve 23.889 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 78º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 224 cidades. Santo Antônio da Patrulha deu 60,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,2%.

23.889 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 23.889 votos.
  1. Santo Antônio da Patrulha (RS)14.432 votos60,4%
  2. Caraá (RS)1.773 votos7,4%
  3. Porto Alegre (RS)1.376 votos5,8%
  4. Gravataí (RS)1.003 votos4,2%
  5. Alvorada (RS)478 votos2%
  6. Outras 209 cidades2.338 votos9,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Paulo Bier declarou R$ 213,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 152,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 213,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 97.245 na declaração)

Declarou 40% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Paulo BierR$ 213,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 528,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 598,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 213,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Credito junto a cesar augusto bierR$ 54,8 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  2. Quotas capital clinica médicaR$ 41,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Camionete blazer 2001R$ 40,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Ford escortR$ 30,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. UnimedR$ 22,9 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  6. UnicredR$ 16,9 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  7. ResidencialR$ 5.643
    Linha telefônica

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Bier declarou ao TSE R$ 578 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 216 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Santo Antônio da Patrulha (RS) · PP · eleito

De onde veio

R$ 215 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 215 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 101,5 mil47,2%
  2. Próprio bolsoR$ 41,5 mil19,3%
  3. PartidoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 13 mil6%

Para onde foi

R$ 215 mil
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 215 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços19 pessoas, não nomeadasR$ 14 mil6,5%
  2. OutrosR$ 7.0683,3%
  3. TransporteR$ 6.3883%
  4. PessoalR$ 1.6250,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santo Antônio da Patrulha (RS), 2012

Paulo Bier: R$ 16,3 por voto (mediana da disputa, R$ 16,3).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Zezo DEMR$ 241 mil · 11.538 votosR$ 20,9
  • Paulo Bier PPR$ 215 mil · 13.223 votosR$ 16,3

Votos por real

  • 2012, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 162 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.