Paulo Antunes
Paulo Almir Antunes · nasceu em 1933
Paulo Antunes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004), MDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 83 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Coronel Fabriciano (MG)MDB 12· centroNa chapa de Celinho Sintrocelchapa não eleita21.237 votos da chapa, 36,8%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Antunes declarou R$ 190,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 122,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Paulo AntunesR$ 190,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Paulo Antunes declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje, 2,9% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Coronel Fabriciano (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.75477,9%
- Outros candidatosR$ 1.87818,9%
- PessoasR$ 3243,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.16551,9%
- TransporteR$ 4.39144,1%
- PessoalR$ 3243,3%
- EscritórioR$ 740,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Fabriciano (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,1 por voto. Quem venceu, Beto Cavaleiro, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,5; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dimas PTR$ 29 mil · 357 votosR$ 80,5
- Rogério Thomaz PTR$ 45 mil · 586 votosR$ 76,7
- Eugenio Pascelli DEMR$ 32 mil · 548 votosR$ 59,3
- Querubim PDTR$ 46 mil · 794 votosR$ 58,3
- Xingozinho PSDR$ 45 mil · 899 votosR$ 50,5
- Adriano Ex Conselho Tutelar CIDADANIAR$ 44 mil · 964 votosR$ 46
- Nego João PVR$ 21 mil · 500 votosR$ 42,1
- Paulinho PVR$ 32 mil · 814 votosR$ 39,7
- Dr. Sandro Araujo (Dentista) CIDADANIAR$ 36 mil · 915 votosR$ 39,1
- Luciano Lugao PROSR$ 27 mil · 769 votosR$ 35,7
- Marcos Da Luz PTR$ 23 mil · 1.193 votosR$ 18,9
- Beto Cavaleiro MDBR$ 21 mil · 1.485 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.