Paulo Albuquerque
Paulo Castro de Albuquerque · nasceu em 1950
Paulo Albuquerque disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Nhamundá (AM)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Albuquerque declarou R$ 787,3 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amazonas em 2008.
- Paulo AlbuquerqueR$ 787,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 390,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 436,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Paulo Albuquerque declarou ao TSE R$ 166 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Nhamundá (AM) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 92,2 mil55,7%
- Próprio bolsoR$ 51,8 mil31,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Nhamundá (AM), 2008
Paulo Albuquerque: R$ 98,8 por voto (mediana da disputa, R$ 98). Quem venceu, Tomaz De Souza Pontes, gastou R$ 98 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,8; o mais barato, R$ 57,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Albuquerque. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Albuquerque CIDADANIAR$ 152 mil · 1.541 votosR$ 98,8
- Tomaz De Souza Pontes PSDBR$ 359 mil · 3.667 votosR$ 98
- Mario Paulain MDBR$ 209 mil · 3.648 votosR$ 57,4
Votos por real
- 2008, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.