Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PT

Paulino Barra

Paulino de Souza Barra · nasceu em 1969

Paulino Barra se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Cordislândia (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    chapa não eleita388 votos da chapa, 14,1%
  2. 2008
    Vereador · Cordislândia (MG)
    PT 13147· centro-esquerda· na urna, Paulino
    eleito131 votos
  3. 2004
    Vereador · Cordislândia (MG)
    PT 13147· centro-esquerda· na urna, Paulinho Barra
    suplente77 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Paulino Barra declarou ao TSE R$ 833 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Cordislândia (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 833
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 833.
  1. Próprio bolsoR$ 80396,5%
  2. Outros candidatosR$ 293,5%

Para onde foi

R$ 833
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Cordislândia (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 36,9 por voto. Quem venceu, Jose Nogueira, gastou R$ 27,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 140; o mais barato, R$ 27,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jose Crispim PDTR$ 2,8 mil · 20 votosR$ 140
  • Claudio Bem PDTR$ 2,8 mil · 40 votosR$ 70,1
  • Beto Do Porto PDTR$ 2,8 mil · 49 votosR$ 57,2
  • Dona Sonia PDTR$ 2,8 mil · 52 votosR$ 53,9
  • Tianinha Do Valdir PDTR$ 2,8 mil · 57 votosR$ 49,2
  • Moiado PDTR$ 2,8 mil · 71 votosR$ 39,5
  • Sandra Pereira DEMR$ 1,7 mil · 45 votosR$ 36,9
  • Flavinho PDTR$ 2,8 mil · 81 votosR$ 34,6
  • Ozorio PLR$ 1,7 mil · 58 votosR$ 29,5
  • Fabiana Do So Carlos PDTR$ 2,8 mil · 95 votosR$ 29,5
  • Paulo Ximenes PDTR$ 3,2 mil · 112 votosR$ 28,2
  • Jose Nogueira PDTR$ 2,8 mil · 103 votosR$ 27,2

Votos por real

  • 2008, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.