Paulo Ximenes
Paulo Roberto Ximenes · nasceu em 1951
Paulo Ximenes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PDT (2008–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulo Ximenes declarou R$ 731,1 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Paulo XimenesR$ 731,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulo Ximenes declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cordislândia (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cordislândia (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 37,5 por voto. Quem venceu, Nelson Da Kombi, gastou R$ 8,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.157; o mais barato, R$ 8,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rubão MDBR$ 4,3 mil · 2 votosR$ 2.157
- Ana PSDR$ 2,2 mil · 7 votosR$ 309
- Ronaldo Do Tonhão PPR$ 3,2 mil · 43 votosR$ 75
- Carlinhos Do Jorge PTBR$ 6,5 mil · 103 votosR$ 63,4
- Roberto Pinto PSDR$ 2,2 mil · 46 votosR$ 47,1
- Flavia Do Bora MDBR$ 4,8 mil · 121 votosR$ 39,4
- Adriano Da Prefeitura PPR$ 2,8 mil · 75 votosR$ 37,5
- Dona Ligia PTBR$ 2,8 mil · 89 votosR$ 30,9
- Douglas Do Zé Ivo PPR$ 2,7 mil · 91 votosR$ 29,3
- Antonio Ricardo PTR$ 1,8 mil · 102 votosR$ 17,4
- Murilo Jovem PRTBR$ 1,3 mil · 85 votosR$ 15,3
- Nelson Da Kombi PSDBR$ 1 mil · 119 votosR$ 8,76
Votos por real
- 2012, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 239 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.