Paulinho Vicentino
Paulo Cesar Ildefonso · nasceu em 1965
Paulinho Vicentino se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2012), CIDADANIA (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulinho Vicentino declarou R$ 603,6 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 62,6 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Paulinho VicentinoR$ 603,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Terreno ruralR$ 359,1 milTerreno rural
- Conta poupançaR$ 108,1 milCaderneta de poupança
- Lote 1/8, situado no Bairro LindeiaR$ 74,7 milTerreno
- Carro fiat strada working CDR$ 61,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho Vicentino declarou ao TSE R$ 159 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 65 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Betim (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 36,5 mil69,4%
- Fundo eleitoralR$ 8.49116,2%
- PessoasR$ 4.7419%
- PartidoR$ 2.8305,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 21,6 mil45,1%
- PessoalR$ 20,2 mil42,3%
- OutrosR$ 3.0006,3%
- InternetR$ 2.9726,2%
- EscritórioR$ 500,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Betim (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Roberto Da Quadra, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ciene Do Pinduca AVANTER$ 301 mil · 1.324 votosR$ 228
- Romulo Veneroso PSDR$ 126 mil · 707 votosR$ 179
- Paulo Mundim Pepeco PPR$ 118 mil · 1.252 votosR$ 94
- Junior Trabalhador PSLR$ 134 mil · 2.170 votosR$ 62
- Klebinho Rezende PROSR$ 190 mil · 3.360 votosR$ 56,5
- Léo Contador DEMR$ 185 mil · 3.507 votosR$ 52,7
- Claudinho PSDR$ 104 mil · 2.332 votosR$ 44,5
- Layon Silva PSLR$ 83 mil · 1.899 votosR$ 43,9
- Professor Alexandre Xeréu PROSR$ 100 mil · 2.293 votosR$ 43,4
- Dudu Braga PVR$ 167 mil · 3.938 votosR$ 42,3
- Luiz Conexao PVR$ 95 mil · 2.320 votosR$ 41,1
- Roberto Da Quadra PATRIOTAR$ 102 mil · 3.821 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.