Paulinho Parera
Paulo Antonio Nocchi Parera · nasceu em 1978
Paulinho Parera se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 34 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Paulinho Parera declarou R$ 150,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 96,9 mil acima da inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Paulinho PareraR$ 150,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho Parera declarou ao TSE R$ 324 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 241 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Bagé (RS) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 138,2 mil57,4%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 98,6 mil41%
- EmpresasR$ 3.8991,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.4661,4%
- ServiçosR$ 3.1521,3%
- EventosR$ 8450,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Bagé (RS), 2012
Paulinho Parera: R$ 71,4 por voto (mediana da disputa, R$ 52,6). Quem venceu, Divaldo Lara - Larinha, gastou R$ 18,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 18,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Parera. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Aniza Robaina PTR$ 60 mil · 253 votosR$ 236
- Téia PTR$ 171 mil · 1.390 votosR$ 123
- Caio Ferreira PTR$ 115 mil · 1.290 votosR$ 89,2
- Paulinho Parera PTR$ 241 mil · 3.370 votosR$ 71,4
- Rafael Fuca PTR$ 99 mil · 1.511 votosR$ 65,8
- Eduardo Mendes PLR$ 37 mil · 701 votosR$ 52,6
- Guto Nadal PTR$ 51 mil · 1.047 votosR$ 48,7
- Janise Collares PTR$ 49 mil · 1.246 votosR$ 39
- Omar Ghani PTR$ 62 mil · 2.881 votosR$ 21,6
- Sonia Leite PPR$ 50 mil · 2.495 votosR$ 20,1
- Divaldo Lara - Larinha PTBR$ 72 mil · 3.961 votosR$ 18,3
Votos por real
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.