Paulinho Jiló
Paulo Cezar Chardulo · nasceu em 1971
Paulinho Jiló se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PL (2008), PSB (2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho Jiló declarou R$ 376,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 282,3 mil acima da inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Paulinho JilóR$ 376,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho Jiló declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alta Floresta (MT) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 11,3 mil51,7%
- Próprio bolsoR$ 9.43043,2%
- PartidoR$ 1.1145,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 13,2 mil60,4%
- TransporteR$ 7.28633,4%
- Material impressoR$ 8103,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5472,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Alta Floresta (MT), 2016
Paulinho Jiló: R$ 41,2 por voto (mediana da disputa, R$ 40,2). Quem venceu, Dida Pires, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,9; o mais barato, R$ 20,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Jiló. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Agnaldo Cidade Alta PSDR$ 25 mil · 283 votosR$ 89,9
- Zamir Mendes MDBR$ 38 mil · 535 votosR$ 70,6
- Eloi Crestani MDBR$ 37 mil · 756 votosR$ 49
- Marcos Menin DEMR$ 28 mil · 597 votosR$ 46,1
- Emerson Machado MDBR$ 31 mil · 703 votosR$ 44,3
- Paulinho Jiló PDTR$ 22 mil · 530 votosR$ 41,2
- Lau Da Rodoviária PSDR$ 22 mil · 559 votosR$ 40,2
- Dr. Charles PSDR$ 47 mil · 1.189 votosR$ 39,5
- Elisa Gomes PDTR$ 23 mil · 719 votosR$ 31,4
- Mendonca PSCR$ 21 mil · 722 votosR$ 29,2
- Luiz Carlos MDBR$ 19 mil · 667 votosR$ 28,4
- Dida Pires CIDADANIAR$ 25 mil · 1.172 votosR$ 20,9
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.