Paulinho Gracioli
José Paulo Gracioli · nasceu em 1959
Paulinho Gracioli se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2006–2008), PSB (2010–2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 55 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40959· centro-esquerdasuplente635 votos; 428º mais votado de 670 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40959· centro-esquerdasuplente1.331 votos; 347º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPTB 14959· centro-direitasuplente2.232 votos; 287º mais votado de 486 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Paulinho Gracioli teve 635 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 428º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Porto Alegre deu 49,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Paulinho Gracioli declarou R$ 355,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 81,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2014.
- Paulinho GracioliR$ 355,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 132,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 869,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Automóvel ford ecosport 2013 placa IUH1672R$ 131,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Apartamento situado na av. plinio brasil milanoR$ 87,3 milApartamento
- Dinheiro em espécieR$ 67,9 milDinheiro em espécie
- Poupança banrisulR$ 23,3 milCaderneta de poupança
- Conta corrente banrisulR$ 20,6 milConta corrente no país
- Capital da empresa individual CNPJ 02709089/0001-95R$ 19,4 milQuotas ou quinhões de capital
- Conta poupança caixa economica federalR$ 4.848Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Paulinho Gracioli declarou ao TSE R$ 449 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 187 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 48 mil89,3%
- PartidoTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 5.76010,7%
Para onde foi
- Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil35,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.9203,6%
- ServiçosR$ 6951,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2014
Mediana da disputa: R$ 32,7 por voto. Quem venceu, Lucas Redecker, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 15,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Emilia Fernandes PC do BR$ 1,1 milhão · 9.944 votosR$ 108
- Paulo Odone CIDADANIAR$ 1,4 milhão · 17.442 votosR$ 81,3
- Maninho Fauri PTR$ 887 mil · 12.255 votosR$ 72,4
- Regina Becker Fortunati PDTR$ 2,8 milhões · 46.788 votosR$ 59,6
- Mauro Zacher PDTR$ 1,4 milhão · 24.465 votosR$ 58,8
- Tiago Simon MDBR$ 1,8 milhão · 32.717 votosR$ 54,7
- Nelsinho Metalúrgico PTR$ 2,1 milhões · 42.102 votosR$ 48,9
- Valter Nagelstein MDBR$ 864 mil · 19.492 votosR$ 44,3
- Mainardi PTR$ 2,4 milhões · 56.629 votosR$ 43,2
- Marcos Daneluz PTR$ 1,3 milhão · 31.570 votosR$ 42,7
- Gerson Borba - Chico PPR$ 1,1 milhão · 29.420 votosR$ 37
- Tarcisio Zimmermann PTR$ 1,7 milhão · 47.465 votosR$ 35,3
- Kevin Krieger PPR$ 905 mil · 25.688 votosR$ 35,2
- Sergio Turra PPR$ 1,2 milhão · 36.518 votosR$ 33,9
- Tortelli PTR$ 1,1 milhão · 33.879 votosR$ 33,8
- Juliana Brizola PDTR$ 1,1 milhão · 33.530 votosR$ 32,7
- Zila Breitenbach PSDBR$ 915 mil · 29.216 votosR$ 31,3
- Gilmar Sossella PDTR$ 1,7 milhão · 57.490 votosR$ 30,2
- Mauricio Dziedricki PTBR$ 1,2 milhão · 40.009 votosR$ 29,8
- Miki Breier PSBR$ 847 mil · 28.855 votosR$ 29,4
- Villa PTR$ 909 mil · 31.927 votosR$ 28,5
- Frederico Antunes PPR$ 1,3 milhão · 48.577 votosR$ 26,8
- Silvana Covatti PPR$ 2,3 milhões · 89.130 votosR$ 26,2
- Lara PTBR$ 1,2 milhão · 47.738 votosR$ 25,4
- João Fischer - Fixinha PPR$ 874 mil · 35.696 votosR$ 24,5
- Ronaldo Santini PTBR$ 926 mil · 47.829 votosR$ 19,4
- Pedro Westphalen PPR$ 1,2 milhão · 65.134 votosR$ 18,8
- Ernani Polo PPR$ 958 mil · 57.427 votosR$ 16,7
- Fábio Branco MDBR$ 903 mil · 57.135 votosR$ 15,8
- Lucas Redecker PSDBR$ 1,5 milhão · 96.561 votosR$ 15,1
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,8 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.