Miki Breier
Volmir Jose Miki Breier · nasceu em 1965
Miki Breier se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006, 2010 e 2014.
Passou por 2 partidos: PT (2002), PSB (2006–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40400· centro-esquerdaeleito28.855 votos; 65º mais votado de 670 no estado
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40400· centro-esquerdaeleito35.457 votos; 51º mais votado de 545 no estado
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40400· centro-esquerdaeleito21.823 votos; 83º mais votado de 486 no estado
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPT 1320· centro-esquerdasuplente30.557 votos; 58º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Miki Breier teve 28.855 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 251 cidades. Cachoeirinha deu 35,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,3%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miki Breier declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 973,3 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Miki BreierR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Miki Breier declarou ao TSE R$ 3,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 847 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Cachoeirinha (RS) · PSB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Pessoas27 pessoas, não nomeadasR$ 147,6 mil23,2%
- Próprio bolsoR$ 106,1 mil16,7%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 70,5 mil11,1%
Para onde foi
- InternetR$ 14,2 mil2,3%
- TransporteR$ 10,6 mil1,7%
- PessoalR$ 10,3 mil1,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cachoeirinha (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 227; o mais barato, R$ 6,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pablo Hernandez DCR$ 70 mil · 310 votosR$ 227
- Antonio Teixeira REDER$ 127 mil · 3.756 votosR$ 33,9
- Dr Rubinho PSLR$ 646 mil · 19.381 votosR$ 33,4
- Jeferson Lazzarotto PTR$ 147 mil · 5.613 votosR$ 26,2
- Delegado Joao Paulo PPR$ 76 mil · 11.295 votosR$ 6,77
Votos por real
- 2016, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 50 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.