Paulinho Filho
Paulo Gomes dos Santos Neto · nasceu em 1977
Paulinho Filho se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PST (2002), PDT (2004–2006), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Mesquita (RJ)PSDB 15· centro-direita· na urna, Paulo GomesNa chapa de Jorge Camposchapa não eleita30.585 votos da chapa, 32,7%
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroPDT 12001· centro-esquerdasuplente4.171 votos; 273º mais votado de 1.377 no estado
- 2004Vice-prefeito · Mesquita (RJ)PDT 12· centro-esquerdaNa chapa de Framinio Gonsalveschapa não eleita11.380 votos da chapa, 12,2%
- 2004Vereador · Mesquita (RJ)PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Paulino Filhocandidatura não chegou à urna
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPST 18000· centro-direitasuplente23.011 votos; 106º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Paulinho Filho teve 4.171 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 273º lugar entre 1.377 candidatos.
Recebeu votos em 51 cidades. Mesquita deu 36,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulinho Filho declarou R$ 192,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 432,1 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho Filho declarou ao TSE R$ 595 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 461 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mesquita (RJ) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,7 por voto. Quem venceu, Roberto Emídio, gastou R$ 15,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,7; o mais barato, R$ 15,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Enfermeira Debora Barcelo MOBILIZAR$ 41 mil · 864 votosR$ 47,7
- Leonardo Andrade PHSR$ 108 mil · 2.857 votosR$ 38
- Gelson Henrique SOLIDARIEDADER$ 89 mil · 2.380 votosR$ 37,4
- Sancler Nininho MDBR$ 61 mil · 1.701 votosR$ 35,6
- Thiago Barbante MOBILIZAR$ 41 mil · 1.198 votosR$ 34,4
- Leandro Braga PATRIOTAR$ 51 mil · 1.972 votosR$ 25,7
- Maik Matta PHSR$ 32 mil · 1.368 votosR$ 23,7
- Pebo Pinheiro REPUBLICANOSR$ 48 mil · 2.048 votosR$ 23,5
- Vandinho Da Gráfica MDBR$ 47 mil · 2.032 votosR$ 22,9
- Cris Gêmeas PC do BR$ 59 mil · 2.725 votosR$ 21,8
- Russo Do Radiador PHSR$ 38 mil · 1.922 votosR$ 20
- Roberto Emídio SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 2.543 votosR$ 15,5
Votos por real
- 2016, vereador: 648 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 50 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.