Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Framinio Gonsalves

Framinio Aristides Gonçalves · nasceu em 1935

Framinio Gonsalves se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPDT2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 73 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mesquita (RJ)
    PDT 12125· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2004
    Prefeito · Mesquita (RJ)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Framínio Gonçalves
    não eleito11.380 votos, 12,2%
  3. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12207· centro-esquerda· na urna, Framinio Gonçalves
    suplente1.063 votos; 612º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Framinio Gonsalves teve 1.063 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 612º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 24 cidades. Mesquita deu 37,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.

1.063 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.063 votos.
  1. Mesquita (RJ)395 votos37,2%
  2. Rio de Janeiro (RJ)258 votos24,3%
  3. Nova Iguaçu (RJ)147 votos13,8%
  4. Mangaratiba (RJ)98 votos9,2%
  5. Angra dos Reis (RJ)47 votos4,4%
  6. Outras 9 cidades13 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Framinio Gonsalves declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 27 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Mesquita (RJ) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 2.115
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.115
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2008

Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Canto, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 13,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 423 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 812 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.