Apuração
Vereador · 2016 · PT

Paulinho do Sindicato

Paulo Sergio Gomes · nasceu em 1969

Paulinho do Sindicato disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Divino (MG)), pelo PT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior incompleto, agricultor, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Divino (MG)
    PT 13789· centro-esquerda
    eleito455 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulinho do Sindicato declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 16,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Paulinho do SindicatoR$ 16,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Paulinho do Sindicato declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje, 7,4% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Divino (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 2.547
7,4% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.547.
  1. Próprio bolsoR$ 1.61963,6%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 52820,7%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Mauri Ventura Do Carmo PrefeitoR$ 2128,3%
  4. Fundo partidárioR$ 1887,4%

Para onde foi

R$ 2.518
O maior gasto foi com pessoal: 31% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.518. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 77730,9%
  2. ServiçosR$ 40516,1%
  3. EscritórioR$ 190,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Divino (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 29 por voto. Quem venceu, Divino Do Norte, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 11,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vurni Da Rosa Mistica DCR$ 4 mil · 27 votosR$ 149
  • Pedro Do Julio PTR$ 4,6 mil · 34 votosR$ 134
  • Vera Felipe De Souza PTR$ 6,1 mil · 71 votosR$ 85,5
  • Daniane Do Soninho PODER$ 4,9 mil · 119 votosR$ 41,2
  • Lúcia Helena PTR$ 10 mil · 256 votosR$ 40,4
  • Ronaldo PTR$ 7,5 mil · 213 votosR$ 35,2
  • Edmar Do Taipá PTR$ 4,3 mil · 150 votosR$ 29
  • Elias Ventura PTR$ 6,6 mil · 265 votosR$ 25,1
  • Barbara Alcon MDBR$ 7,6 mil · 328 votosR$ 23,1
  • Sucata PTR$ 8,1 mil · 364 votosR$ 22,1
  • Euzilene Do Ze Melquiades PTR$ 7,2 mil · 386 votosR$ 18,6
  • Divino Do Norte PTR$ 4,8 mil · 403 votosR$ 11,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.