Sucata
Gilson dos Santos · nasceu em 1953
Sucata se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sucata declarou R$ 46 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 250,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- SucataR$ 46 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sucata declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,1 mil, 2,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Divino (MG) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.12688,2%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Mauri Ventura Do Carmo PrefeitoR$ 2128,8%
- PessoasR$ 712,9%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto Divinense LtdaR$ 29742%
- Material impressoTudo de Multipla Comunicacao Visual LtdaR$ 26938%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 14220%
Quanto custou cada voto: vereador, Divino (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,8 por voto. Quem venceu, Abelardo Leal, gastou R$ 5,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,6; o mais barato, R$ 5,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jary De Barros PSLR$ 3,3 mil · 61 votosR$ 53,6
- Waguim PSDR$ 6,3 mil · 196 votosR$ 32,2
- Carizio Viana PSDR$ 3,8 mil · 184 votosR$ 20,5
- Eliete Do Sindicato PTR$ 2,7 mil · 139 votosR$ 19,3
- Eni Galoni MDBR$ 2,9 mil · 170 votosR$ 17,1
- Jorge Adil MDBR$ 3,4 mil · 280 votosR$ 12,2
- Tiao Do Noro PSDR$ 5,2 mil · 481 votosR$ 10,8
- Ulisses Do Amadeu DEMR$ 3,2 mil · 360 votosR$ 9,02
- Vanildinha DEMR$ 2,6 mil · 317 votosR$ 8,08
- Barbara Alcon MDBR$ 3,9 mil · 493 votosR$ 7,87
- Leandro Do Ze Carlos Santana MDBR$ 3,7 mil · 478 votosR$ 7,77
- Abelardo Leal PTR$ 2,1 mil · 385 votosR$ 5,48
Votos por real
- 2020, vereador: 324 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.