Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSB

Paulinho do Lino

Paulo Nascimento de Souza · nasceu em 1960

Paulinho do Lino se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2012DEM2016PSDB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Passou por 3 partidos: DEM (2004–2012), PSDB (2016), PSB (2020).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoDEMPSDBPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Faina (GO)
    PSB 23· centro-esquerda
    vice na chapa
  2. 2016
    Prefeito · Faina (GO)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito1.865 votos, 34,4%
  3. 2012
    Prefeito · Faina (GO)
    DEM 25· direita
    eleito2.306 votos, 42,9%
  4. 2008
    Prefeito · Faina (GO)
    DEM 25· direita
    não eleito1.555 votos, 30,6%
  5. 2004
    Vereador · Faina (GO)
    DEM 25615· direita
    eleito243 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Paulinho do Lino declarou R$ 27,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 1,3 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 27,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 19.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 27,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulinho do Lino declarou ao TSE R$ 875 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 455 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Faina (GO) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 245,4 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 245,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 199,9 mil81,5%
  2. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 42,6 mil17,4%
  3. PartidoR$ 2.1370,9%
  4. Outros candidatosR$ 7120,3%

Para onde foi

R$ 245,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 245,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros3 pessoas, não nomeadasR$ 40,5 mil16,5%
  2. Pessoal27 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil7,8%
  3. EscritórioR$ 2.2670,9%
  4. EventosR$ 2.1570,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Faina (GO), 2016

Paulinho Do Lino: R$ 132 por voto (mediana da disputa, R$ 73,8). Quem venceu, Tiago Pedra Grande, gastou R$ 64,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 64,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Do Lino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 9,6 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 5,1 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 9 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.