Apuração
Prefeito · 2020 · PROS

Paulinho do Banco

Paulo Henrique Teixeira Nunes · nasceu em 1980

Paulinho do Banco disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Monte Carmelo (MG)), pelo PROS: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPROS2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, bancário e economiário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Monte Carmelo (MG)
    PROS 90· direita
    não eleito1.659 votos, 6,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Paulinho do Banco declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 71,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.

  • Paulinho do BancoR$ 71,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 71,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Paulinho do Banco declarou ao TSE R$ 79 mil em receitas, em reais de hoje, 54% de dinheiro público.

2020 · Prefeito · Monte Carmelo (MG) · PROS · não eleito

De onde veio

R$ 79,2 mil
54% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 79,2 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Republicano Da Ordem Social - ProsR$ 42,5 mil53,6%
  2. Próprio bolsoR$ 36,8 mil46,4%

Para onde foi

R$ 80,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 80,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal37 pessoas, não nomeadasR$ 32,3 mil40,1%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 27,6 mil34,2%
  3. TransporteR$ 2.9013,6%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2120,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Monte Carmelo (MG), 2020

Paulinho Do Banco: R$ 48,6 por voto (mediana da disputa, R$ 19,1). Quem venceu, Paulo Rocha, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,1; o mais barato, R$ 16,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Do Banco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.