Paulinho da Farmacia
Paulo Roberto Amador Coltro · nasceu em 1959
Paulinho da Farmacia se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2012), PTB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulinho da Farmacia declarou R$ 158 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 114,2 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Paulinho da FarmaciaR$ 158 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho da Farmacia declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,2 mil, 0,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Balneário Pinhal (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.83062,3%
- Próprio bolsoR$ 1.13224,9%
- Outros candidatosR$ 58212,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.37860%
- ServiçosR$ 84921,4%
- Material impressoR$ 63716,1%
- EscritórioR$ 501,3%
- TransporteR$ 481,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Balneário Pinhal (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 55,5 por voto. Quem venceu, Gilmarzinho, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 246; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tenente Larrossa CIDADANIAR$ 5,7 mil · 23 votosR$ 246
- Jesus Linhares MDBR$ 5,9 mil · 30 votosR$ 198
- Liane Pescadora PSBR$ 4,2 mil · 34 votosR$ 125
- Gui Oliveira MDBR$ 5,9 mil · 65 votosR$ 91,4
- Carol Sena MDBR$ 5 mil · 63 votosR$ 78,6
- Geilson Pires PTBR$ 13 mil · 211 votosR$ 62,1
- Patrícia Nunes MDBR$ 5,8 mil · 105 votosR$ 55,5
- Luisinho MDBR$ 9,5 mil · 246 votosR$ 38,5
- Isabel Da Saúde MDBR$ 7,1 mil · 191 votosR$ 37
- Beto Túnel MDBR$ 5,7 mil · 206 votosR$ 27,6
- Hans Tassoni PTBR$ 5 mil · 204 votosR$ 24,3
- Gilmarzinho PDTR$ 5,2 mil · 357 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2020, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.