Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Luisinho

Luis Carlos Rosa Lopes · nasceu em 1982

Luisinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    MDB 15614· centro-direita
    eleito246 votos
  2. 2016
    MDB 15614· centro-direita
    eleito255 votos
  3. 2012
    MDB 15614· centro-direita
    eleito285 votos
  4. 2008
    MDB 15614· centro
    eleito209 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Luisinho declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 113,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • LuisinhoR$ 113,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Luisinho declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Balneário Pinhal (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 10,2 mil
2,8% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 7.67275,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.79017,6%
  3. Outros candidatosR$ 4444,4%
  4. Fundo eleitoralR$ 2892,8%

Para onde foi

R$ 9.462
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.462. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 2692,8%
  2. EscritórioR$ 580,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Balneário Pinhal (RS), 2020

Luisinho: R$ 38,5 por voto (mediana da disputa, R$ 55,5). Quem venceu, Gilmarzinho, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 246; o mais barato, R$ 14,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Luisinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tenente Larrossa CIDADANIAR$ 5,7 mil · 23 votosR$ 246
  • Jesus Linhares MDBR$ 5,9 mil · 30 votosR$ 198
  • Liane Pescadora PSBR$ 4,2 mil · 34 votosR$ 125
  • Gui Oliveira MDBR$ 5,9 mil · 65 votosR$ 91,4
  • Carol Sena MDBR$ 5 mil · 63 votosR$ 78,6
  • Geilson Pires PTBR$ 13 mil · 211 votosR$ 62,1
  • Patrícia Nunes MDBR$ 5,8 mil · 105 votosR$ 55,5
  • Luisinho MDBR$ 9,5 mil · 246 votosR$ 38,5
  • Isabel Da Saúde MDBR$ 7,1 mil · 191 votosR$ 37
  • Beto Túnel MDBR$ 5,7 mil · 206 votosR$ 27,6
  • Hans Tassoni PTBR$ 5 mil · 204 votosR$ 24,3
  • Gilmarzinho PDTR$ 5,2 mil · 357 votosR$ 14,5

Votos por real

  • 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.