Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Paulinho da Farmácia

Paulo Macedo da Silva · nasceu em 1967

Paulinho da Farmácia disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Anaurilândia (MS)), pelo MDB: eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Anaurilândia (MS)
    MDB 15615· centro
    eleito295 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paulinho da Farmácia declarou R$ 302 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 302 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 112.000 na declaração)

Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Paulinho da FarmáciaR$ 302 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 302 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Veículo marca/fiet stilo flex 1.8R$ 129,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Um terreno urbano correspondente ao lote A1 da qdr 10…R$ 53,9 mil
    Imóveis
  3. Empresa individual em 10/03/98R$ 48,5 mil
    Empresas e participações
  4. Terreno urbano com 482 M2R$ 37,7 mil
    Imóveis
  5. Veículo marca VW saveiro cliR$ 32,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Paulinho da Farmácia declarou ao TSE R$ 67 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Anaurilândia (MS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 67 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67 mil.
  1. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 35,2 mil52,6%
  2. Próprio bolsoR$ 16,1 mil24%
  3. Outros candidatosTudo de Edson Stefano TakazonoR$ 9.52114,2%
  4. EmpresasR$ 5.3558%
  5. PartidoR$ 8031,2%

Para onde foi

R$ 67 mil
O maior gasto foi com outros: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Guarujá Ltda.R$ 9.07613,6%
  2. Material impressoR$ 2.3563,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.3392%
  4. EscritórioR$ 2730,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Anaurilândia (MS), 2008

Paulinho Da Farmácia: R$ 227 por voto (mediana da disputa, R$ 155). Quem venceu, Donizete Vieira, gastou R$ 79,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 518; o mais barato, R$ 79,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Da Farmácia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 4,4 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.