Paulinho Courominas
Paulo Cesar Silva · nasceu em 1959
Paulinho Courominas se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2012), MOBILIZA (2014), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisMOBILIZA 33456· centro-direitasuplente16.516 votos; 159º mais votado de 1.055 no estado
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Poços de Caldas (MG)CIDADANIA 25· centro· na urna, Paulinho Couro MinasNa chapa de Sebastião Navarrochapa eleita37.262 votos da chapa, 48,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Paulinho Courominas teve 16.516 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 159º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 149 cidades. Poços de Caldas deu 83,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho Courominas declarou R$ 521,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 129,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- Paulinho CourominasR$ 521,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Paulinho Courominas declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 1,3 milhão.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Poços de Caldas (MG) · PSB · não eleito
De onde veio
- Pessoas37 pessoas, não nomeadasR$ 133 mil70,3%
- Próprio bolsoR$ 53,4 mil28,3%
- Fundo partidárioR$ 2.6941,4%
Para onde foi
- Pessoal104 pessoas, não nomeadasR$ 129,8 mil49,5%
- ServiçosR$ 8.0963,1%
- OutrosR$ 9720,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Poços de Caldas (MG), 2016
Paulinho Courominas: R$ 21,2 por voto (mediana da disputa, R$ 21,2). Quem venceu, Sergio Da Coopocos, gastou R$ 6,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,9; o mais barato, R$ 6,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho Courominas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Regina Cioffi CIDADANIAR$ 275 mil · 3.617 votosR$ 75,9
- Eloisio PTR$ 745 mil · 18.746 votosR$ 39,7
- Paulinho Courominas PSBR$ 262 mil · 12.383 votosR$ 21,2
- Waldemar-Ademarzinho MDBR$ 43 mil · 2.479 votosR$ 17,3
- Sergio Da Coopocos PSDBR$ 250 mil · 37.284 votosR$ 6,70
Votos por real
- 2016, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 141 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.