Paulinho
Paulo Cesar Minozzi · nasceu em 1968
Paulinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2008), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paulinho declarou R$ 974,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 598,7 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- PaulinhoR$ 974,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paulinho declarou ao TSE R$ 82 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Timburi (SP) · MDB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - TimburiR$ 8.12764,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.62320,8%
- Fundo partidárioTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - TimburiR$ 1.86214,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - TimburiR$ 6.95155,1%
- ServiçosTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - TimburiR$ 1.74913,9%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Pmdb - TimburiR$ 8106,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Timburi (SP), 2016
Paulinho: R$ 9,89 por voto (mediana da disputa, R$ 23). O voto mais caro custou R$ 96,4; o mais barato, R$ 9,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Barbosa PROSR$ 6,6 mil · 68 votosR$ 96,4
- Dorival Neves PPR$ 26 mil · 279 votosR$ 91,6
- Zé Carlos PVR$ 4 mil · 173 votosR$ 23
- Paulo PSDR$ 5 mil · 229 votosR$ 21,6
- Paulinho MDBR$ 13 mil · 1.275 votosR$ 9,89
Votos por real
- 2016, prefeito: 101 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 50 votos por R$ 1.000.
- 2004, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.