Paulinho
Paulo Cabral dos Santos Filho · nasceu em 1951
Paulinho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Monjolos (MG)), pelo PSC: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 53 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Paulinho declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Monjolos (MG) · PSC · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.84452,7%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.45347,3%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto Sao SebastiaoR$ 3.50648,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Monjolos (MG), 2004
Paulinho: R$ 25,5 por voto (mediana da disputa, R$ 12,3). Quem venceu, Selso Ferreira De Almeida, gastou R$ 9,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 25,5; o mais barato, R$ 9,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulinho PSCR$ 7,3 mil · 285 votosR$ 25,5
- Lau MDBR$ 4,5 mil · 368 votosR$ 12,3
- Selso Ferreira De Almeida PPR$ 11 mil · 1.087 votosR$ 9,78
Votos por real
- 2004, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.