Paulinho
Paulo Airton Nunes da Silva · nasceu em 1951
Paulinho se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25147· direitasuplente2.982 votos; 281º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Paulinho teve 2.982 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 281º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. Entre-Ijuís deu 57,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulinho declarou R$ 956,7 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 282,6 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- PaulinhoR$ 956,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Paulinho declarou ao TSE R$ 199 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 69 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Entre-Ijuís (RS) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.11392,2%
- Próprio bolsoR$ 2657,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.19671,2%
- TransporteR$ 48428,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Entre-Ijuís (RS), 2020
Paulinho: R$ 21,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,3). Quem venceu, Ico Kusler, gastou R$ 4,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,3; o mais barato, R$ 4,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulinho DEMR$ 1,7 mil · 79 votosR$ 21,3
- Marilete Sartori Klamt PPR$ 2,8 mil · 153 votosR$ 18,5
- Demezuk MDBR$ 2,7 mil · 148 votosR$ 18,1
- Manoel Hortencio De Deus PPR$ 1,7 mil · 95 votosR$ 17,8
- Marcia Correa PPR$ 1,8 mil · 127 votosR$ 14
- Cesar Brissow DEMR$ 3,5 mil · 266 votosR$ 13,1
- Rafael Rotilli PDTR$ 4,2 mil · 345 votosR$ 12,3
- Nerci A Bueno PPR$ 2,5 mil · 245 votosR$ 10,4
- Plinio Maciel MDBR$ 1,8 mil · 275 votosR$ 6,43
- Yasmin Prestes MDBR$ 1,6 mil · 260 votosR$ 5,99
- Bizunga PPR$ 1,6 mil · 331 votosR$ 4,92
- Ico Kusler PPR$ 2,5 mil · 580 votosR$ 4,29
Votos por real
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.