Paulão
Paulo Francisco da Silva · nasceu em 1952
Paulão disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santo Antônio do Retiro (MG)), pelo PDT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Paulão declarou ao TSE R$ 72 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santo Antônio do Retiro (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 46,3 mil64%
- Próprio bolsoR$ 26,1 mil36%
Para onde foi
- TransporteTudo de Comercial Gece Alves LtdaR$ 27,7 mil38,3%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 26,1 mil36,1%
- Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 9.77413,5%
- Material impressoTudo de Gazeta Norte Mineira LtdaR$ 8.73112,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santo Antônio do Retiro (MG), 2004
Paulão: R$ 99,1 por voto (mediana da disputa, R$ 34,8). Quem venceu, Lula, gastou R$ 34,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 20,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.