Paula Parolli
Paula Vanessa de Oliveira Paroli · nasceu em 1981
Paula Parolli se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2010), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputada estadual · Rio Grande do SulMDB 15222· centrosuplente4.862 votos; 239º mais votada de 545 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paula Parolli teve 4.862 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 239º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 151 cidades. Guaíba deu 72,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Paula Parolli declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 12,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Paula ParolliR$ 68,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Paula Parolli declarou ao TSE R$ 331 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 283 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Guaíba (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,2 mil57,8%
- Outros candidatosR$ 6.96324,9%
- PessoasR$ 4.85817,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 15,7 mil56%
- ServiçosR$ 8.09628,9%
- OutrosR$ 2.4138,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2954,6%
- EscritórioR$ 5051,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Guaíba (RS), 2016
Paula Parolli: R$ 60 por voto (mediana da disputa, R$ 47,1). Quem venceu, Dr.Renan, gastou R$ 30,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 30,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paula Parolli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Junior Do Sindicato PDTR$ 27 mil · 152 votosR$ 175
- Grazi Gross DEMR$ 25 mil · 308 votosR$ 82,1
- Everton Da Academia PTBR$ 57 mil · 847 votosR$ 67
- Paula Parolli PDTR$ 28 mil · 466 votosR$ 60
- Professora Claudinha Jardim DEMR$ 69 mil · 1.206 votosR$ 56,8
- Jonas Xavier PLR$ 35 mil · 656 votosR$ 52,6
- Campeão PTBR$ 38 mil · 803 votosR$ 47,1
- Jorge Da Farmácia DEMR$ 25 mil · 574 votosR$ 43
- Dr Alex Medeiros PPR$ 34 mil · 876 votosR$ 39
- Chacrinha MDBR$ 28 mil · 784 votosR$ 35,7
- Fernanda Garcia PTBR$ 32 mil · 909 votosR$ 35,6
- Dr.Renan PTBR$ 65 mil · 2.125 votosR$ 30,8
Votos por real
- 2016, vereadora: 17 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 17 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.