Apuração
Vereador · 2020 · PT

Patrício Mendes

Patricio Mendes dos Santos · nasceu em 1984

Patrício Mendes se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PT 13333· esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    PT 13333· centro-esquerda· na urna, Patricio dos Correios
    eleito397 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Patrício Mendes declarou R$ 79,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 79,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 49.000 na declaração)

Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.

  • Patrício MendesR$ 79,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 79,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Patrício Mendes declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Matões do Norte (MA) · PT · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 3.538
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Matões do Norte (MA), 2020

Mediana da disputa: R$ 11,6 por voto. Quem venceu, Gessivaldo Motorista, gastou R$ 5,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 5,12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.