Joaquim da Agricultura
Joaquim Vieira Lima Neto · nasceu em 1984
Joaquim da Agricultura se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PP (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, ensino médio, técnico em agronomia e agrimensura, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Joaquim da Agricultura declarou R$ 186,7 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 56,8 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Joaquim da AgriculturaR$ 186,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial no município de matões do norteR$ 86,2 milCasa
- Caminhonete nissan frontier xe 25X4R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa residencial no município de matões do norteR$ 10,8 milCasa
- Casa residencial no município de matões do norteR$ 10,8 milCasa
- Motocicleta titanR$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Joaquim da Agricultura declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Matões do Norte (MA) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 7.14786,3%
- Próprio bolsoR$ 1.13213,7%
Para onde foi
- Material impressoTudo de R Da S CruzR$ 1.44455,4%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.13243,5%
- EscritórioR$ 301,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Matões do Norte (MA), 2020
Joaquim Da Agricultura: R$ 11,6 por voto (mediana da disputa, R$ 11,6). Quem venceu, Gessivaldo Motorista, gastou R$ 5,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 5,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Joaquim Da Agricultura. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vilma Correa CIDADANIAR$ 3,4 mil · 17 votosR$ 200
- Adriana Sousa PLR$ 17 mil · 253 votosR$ 65,5
- Lan Eletricista CIDADANIAR$ 6,9 mil · 200 votosR$ 34,7
- Wallas PDTR$ 2,1 mil · 143 votosR$ 14,8
- Cristiane Cunha PSDR$ 1,1 mil · 79 votosR$ 14,5
- Pelado Araujo PSDBR$ 1,1 mil · 97 votosR$ 11,7
- Joaquim Da Agricultura PSDBR$ 2,6 mil · 225 votosR$ 11,6
- Putchuca PDTR$ 1,6 mil · 135 votosR$ 11,5
- Eliane Leite PSDR$ 1,1 mil · 150 votosR$ 7,55
- Sinhorzinho PSDR$ 1,1 mil · 153 votosR$ 7,40
- Alan De Coivaras PDTR$ 1,8 mil · 261 votosR$ 7,05
- Gessivaldo Motorista PSDBR$ 1,1 mil · 221 votosR$ 5,12
Votos por real
- 2020, vereador: 86 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.