Patricia
Maria Patricia Pontes Ribeiro Felipe · nasceu em 1976
Patricia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 32 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Patricia declarou R$ 40,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2008.
- PatriciaR$ 40,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 50,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Patricia declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Belém (PB) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.29297,9%
- PessoasR$ 1342,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.61456,3%
- Material impressoR$ 2.49038,8%
- EscritórioR$ 1792,8%
- OutrosR$ 1342,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Belém (PB), 2008
Patricia: R$ 11,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,3). Quem venceu, Rosy De Perninha, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 268; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Patricia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zezito Treinador PSDBR$ 8 mil · 30 votosR$ 268
- Marcone Almeida PTBR$ 27 mil · 281 votosR$ 97,2
- Fabio Maia DEMR$ 16 mil · 192 votosR$ 82,3
- Pedro Do Conjunto MOBILIZAR$ 7,2 mil · 88 votosR$ 82,1
- Silvinha PVR$ 9,9 mil · 248 votosR$ 39,9
- Marcelo Pt PTR$ 11 mil · 372 votosR$ 28,9
- Professora Betanea PC do BR$ 14 mil · 793 votosR$ 18,3
- Dr. Zé Carlos PSBR$ 10 mil · 586 votosR$ 17,8
- Macena PSBR$ 12 mil · 680 votosR$ 17,3
- Zé Vicente MDBR$ 8,3 mil · 524 votosR$ 15,8
- Rosy De Perninha PDTR$ 14 mil · 1.001 votosR$ 14,1
- Patricia MDBR$ 6,4 mil · 539 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2008, vereadora: 84 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 50 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.