Pastor Sena
Edilson Cunha Sena · nasceu em 1959
Pastor Sena se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PHS (2002), PSDB (2006).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 46 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPSDB 45045· centro-direitasuplente903 votos; 101º mais votado de 171 no estado
- 2002Deputado federal · Mato GrossoPHS 3131· centro-direitanão eleito6.131 votos; 26º mais votado de 63 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pastor Sena teve 903 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 171 candidatos.
Recebeu votos em 52 cidades. Cuiabá deu 68,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Pastor Sena declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Deputado federal · Mato Grosso · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso, 2002
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Carlos Abicalil , gastou R$ 2,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 750; o mais barato, R$ 2,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Menezes PPR$ 67 mil · 90 votosR$ 750
- Felix PPR$ 163 mil · 993 votosR$ 164
- Doutor Sergio Damian PVR$ 119 mil · 1.009 votosR$ 118
- Adauton Tuim MOBILIZAR$ 968 mil · 11.677 votosR$ 82,9
- Garotinho CIDADANIAR$ 1 milhão · 13.290 votosR$ 77,5
- Aloisio Barros PSDBR$ 241 mil · 3.706 votosR$ 65
- Lucio Mandioca PRPR$ 99 mil · 1.536 votosR$ 64,6
- Amanuá Seus MDBR$ 73 mil · 1.505 votosR$ 48,7
- João Gazzetta PGTR$ 52 mil · 1.135 votosR$ 45,9
- Thelma De Oliveira PSDBR$ 2,4 milhões · 58.293 votosR$ 41,4
- Helmute DEMR$ 2,4 milhões · 58.069 votosR$ 41
- Ericlea Cavalcante CIDADANIAR$ 74 mil · 2.210 votosR$ 33,6
- Leopoldo Mendonça PSDBR$ 344 mil · 14.187 votosR$ 24,2
- Tut PLR$ 495 mil · 21.237 votosR$ 23,3
- Aristóteles Cadidé CIDADANIAR$ 307 mil · 13.442 votosR$ 22,8
- Augustinho Freitas PPR$ 852 mil · 40.040 votosR$ 21,3
- Teté Bezerra MDBR$ 853 mil · 57.547 votosR$ 14,8
- Welinton Fagundes PLR$ 1,6 milhão · 114.098 votosR$ 14,3
- Benedito Pinto PSDBR$ 274 mil · 19.512 votosR$ 14,1
- Pedro Henry PPR$ 1,7 milhão · 120.846 votosR$ 13,8
- Ricarte PSDBR$ 883 mil · 66.125 votosR$ 13,3
- Celcita Pinheiro DEMR$ 762 mil · 59.665 votosR$ 12,8
- Rogério Silva MDBR$ 711 mil · 62.041 votosR$ 11,5
- Lino Rossi PSDBR$ 414 mil · 40.641 votosR$ 10,2
- Dr. Walace DEMR$ 337 mil · 33.806 votosR$ 9,98
- Wilson Santos PSDBR$ 937 mil · 94.267 votosR$ 9,94
- Thais Barbosa MDBR$ 195 mil · 25.586 votosR$ 7,62
- José Magalhães MDBR$ 161 mil · 23.110 votosR$ 6,95
- Adalberto Tokarski PSDBR$ 44 mil · 6.864 votosR$ 6,36
- Carlos Abicalil PTR$ 261 mil · 118.120 votosR$ 2,21
Votos por real
- 2002, deputado federal: 343 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.