Apuração
Deputado estadual · 2022 · PL

Pedro Costa

Pedro Costa Silva · nasceu em 1963

Pedro Costa se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2022, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSC2004PSC2006PSC2016PATRIOTA2022PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSC (2002–2006), PATRIOTA (2016), PL (2022).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSCPATRIOTAPL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 59 anos, superior incompleto, policial militar, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Amapá
    PL 22322· direita
    suplente84 votos; 236º mais votado de 335 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Itaubal (AP)
    PATRIOTA 51· direita· na urna, Pastor Pedro
    não eleito104 votos, 2,1%
  3. 2006
    Deputado estadual · Amapá
    PSC 20200· direita
    suplente57 votos; 186º mais votado de 223 no estado
  4. 2004
    Vereador · Itaubal (AP)
    PSC 20123· direita
    suplente
  5. 2002
    Deputado estadual · Amapá
    PSC 20366· direita· na urna, Vereador Pedro Costa
    suplente160 votos; 168º mais votado de 253 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Pedro Costa teve 84 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 236º lugar entre 335 candidatos.

Recebeu votos em 7 cidades. Macapá deu 71,4% deles.

84 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 84 votos.
  1. Macapá (AP)60 votos71,4%
  2. Pedra Branca do Amapari (AP)10 votos11,9%
  3. Itaubal (AP)4 votos4,8%
  4. Calçoene (AP)4 votos4,8%
  5. Santana (AP)2 votos2,4%
  6. Laranjal do Jari (AP)2 votos2,4%
  7. Oiapoque (AP)2 votos2,4%
As outras 2 eleições para deputado
57 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 57 votos.
  1. Itaubal (AP)37 votos64,9%
  2. Macapá (AP)19 votos33,3%
  3. Oiapoque (AP)1 voto1,8%
160 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 160 votos.
  1. Macapá (AP)105 votos65,6%
  2. Itaubal (AP)49 votos30,6%
  3. Mazagão (AP)2 votos1,3%
  4. Tartarugalzinho (AP)2 votos1,3%
  5. Cutias (AP)1 voto0,6%
  6. Oiapoque (AP)1 voto0,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pedro Costa declarou R$ 333,1 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 333,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 205.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2016.

  • Pedro CostaR$ 333,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 162,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 320,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 333,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro Costa declarou ao TSE R$ 58 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 48 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Amapá · PL · suplente

De onde veio

R$ 48 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 48 mil
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de A. J. G. Da Costa Vaz Ramos LtdaR$ 20,4 mil42,5%
  2. Serviços6 pessoas, não nomeadasR$ 15,5 mil32,3%
  3. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 2.4025%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2022

Mediana da disputa: R$ 110 por voto. Quem venceu, Delegado Inacio, gastou R$ 26,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 475; o mais barato, R$ 26,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 1,8 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.