Alliny Serrão
Alliny Sousa da Rocha Serrao · nasceu em 1985
Alliny Serrão se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2026, e foi eleita em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputada estadual, em 2018 e 2022.
Passou por 3 partidos: PSB (2012), DEM (2018), UNIÃO (2022–2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senadora, 2026, não eleita.
Declarou ao TSE em 2026: 41 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2022
- 2018
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Alliny Serrão teve 11.017 votos para deputada estadual, 2,7% dos votos válidos do estado: 5º lugar entre 335 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Laranjal do Jari deu 57,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 100,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2026, Alliny Serrão declarou R$ 504,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2026, o total subiu R$ 175,4 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a senador no Amapá em 2026.
- Alliny SerrãoR$ 504,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 483,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alliny Serrão declarou ao TSE R$ 3,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para senadora: R$ 2,6 milhões, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2026 · Senadora · Amapá · UNIÃO · não eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Uniao BrasilR$ 2,6 mi99,6%
- PessoasR$ 10 mil0,4%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Duozz Comunicacao E Estrategia LtdaR$ 400 mil21%
- InternetR$ 93 mil4,9%
- TransporteR$ 75,9 mil4%
- EscritórioR$ 11,5 mil0,6%
- PessoalR$ 1.8720,1%
As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: senadora, Amapá, 2026
Alliny Serrão: R$ 22,3 por voto (mediana da disputa, R$ 7,23). Quem venceu, Lucas Barreto, gastou R$ 8,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 22,3; o mais barato, R$ 0,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alliny Serrão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alliny Serrão UNIÃOR$ 1,9 milhão · 85.540 votosR$ 22,3
- Acácio Favacho MDBR$ 1,8 milhão · 131.321 votosR$ 13,7
- Rayssa Furlan PODER$ 2,7 milhões · 264.799 votosR$ 10,1
- Lucas Barreto PSDR$ 1,9 milhão · 213.948 votosR$ 8,90
- Juíza Jô DCR$ 19 mil · 2.616 votosR$ 7,23
- Randolfe PTR$ 1,1 milhão · 163.857 votosR$ 6,68
- Professor Uzian Pinto DCR$ 3,2 mil · 1.068 votosR$ 2,99
- Capi PSBR$ 18 mil · 19.380 votosR$ 0,94
Votos por real
- 2026, senadora: 45 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa (contas parciais).
- 2022, deputada estadual: 21 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputada estadual: 19 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.