Pastor Mário
Mario de Arimateia dos Santos · nasceu em 1969
Pastor Mário se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PP (2008), PSD (2012), MDB (2016), PROS (2018), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPROS 90111· direita· na urna, Pastor Mariosuplente3.500 votos; 341º mais votado de 1.255 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Pastor Mário teve 3.500 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 341º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 153 cidades. Aiuruoca deu 11,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 65,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Pastor Mário declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 2.255, já descontada a inflação.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Pastor MárioR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pastor Mário declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 73 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Aiuruoca (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 95595,7%
- Outros candidatosR$ 424,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 70886,4%
- EscritórioR$ 11213,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Aiuruoca (MG), 2020
Pastor Mário: R$ 8,28 por voto (mediana da disputa, R$ 6,50). Quem venceu, Rosildo, gastou R$ 1,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,9; o mais barato, R$ 1,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pastor Mário. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alarcon PPR$ 7,5 mil · 189 votosR$ 39,9
- Jéssica Andrade MDBR$ 2,8 mil · 114 votosR$ 24,2
- Adriana Enfermeira MDBR$ 1,7 mil · 127 votosR$ 13,4
- Tuti Do Hospital MDBR$ 1,8 mil · 164 votosR$ 10,8
- Romeu Rosa PLR$ 1,7 mil · 162 votosR$ 10,2
- Pastor Mário MDBR$ 819 · 99 votosR$ 8,28
- Rodrigo Do Chico MDBR$ 897 · 138 votosR$ 6,50
- Isaque Da Kerolaine MDBR$ 532 · 83 votosR$ 6,41
- Jo Do Cangalha MDBR$ 1 mil · 178 votosR$ 5,84
- José Paulo PPR$ 480 · 105 votosR$ 4,57
- Chico Do Cavalete MDBR$ 456 · 195 votosR$ 2,34
- Rosildo PSBR$ 290 · 211 votosR$ 1,37
Votos por real
- 2020, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.