Apuração
2º suplente de senador · 2026 · UNIÃO

Pastor Ibanês

Ibanes Taveira da Silva · nasceu em 1969

Pastor Ibanês se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2026, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2006PSC2014PDT2018AGIR2026UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 5 partidos: PSB (2002), PSC (2006), PDT (2014), AGIR (2018), UNIÃO (2026).

SenadorSuplente sen.Dep. estadualPartidoPSBPSCPDTAGIRUNIÃO’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2026, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2026: 57 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    2º suplente de senador · Pará
    UNIÃO 444· direita
    Na chapa de Chicão
    chapa eleita2.014.409 votos da chapa
  2. 2018
    Senador · Pará
    AGIR 361· direita· na urna, Ibanês
    candidatura não chegou à urna
  3. 2014
    2º suplente de senador · Pará
    PDT 131· centro-esquerda· na urna, Pastor Ibanes Taveira
    Na chapa de Paulo Rocha
    chapa eleita1.566.350 votos da chapa
  4. 2006
    Deputado estadual · Pará
    PSC 20111· direita
    suplente4.958 votos; 125º mais votado de 415 no estado
  5. 2002
    Deputado estadual · Pará
    PSB 40777· centro-esquerda
    suplente4.714 votos; 133º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Pastor Ibanês teve 4.958 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 125º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 94 cidades. Marabá deu 10,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,4%.

4.958 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.958 votos.
  1. Marabá (PA)525 votos10,6%
  2. Canaã dos Carajás (PA)449 votos9,1%
  3. São Félix do Xingu (PA)416 votos8,4%
  4. Parauapebas (PA)324 votos6,5%
  5. Tucumã (PA)293 votos5,9%
  6. Outras 79 cidades1.617 votos32,6%
As outras 1 eleições para deputado
4.714 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.714 votos.
  1. Tucumã (PA)2.173 votos46,1%
  2. Ourilândia do Norte (PA)572 votos12,1%
  3. São Félix do Xingu (PA)421 votos8,9%
  4. Redenção (PA)252 votos5,3%
  5. Marabá (PA)209 votos4,4%
  6. Outras 28 cidades249 votos5,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Pastor Ibanês declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2026, o total subiu R$ 660,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,2 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.155.519 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2026, do maior ao menor
  1. Uma chácara (cidade nova, zona rural, 18.750 m²)R$ 1,2 mi
    Terreno rural
  2. 4 Lotes urbanosR$ 403,3 mil
    Terreno
  3. Veículo GM trai blazerR$ 352,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Saldo em conta correnteR$ 56 mil
    Conta corrente no país
  5. Um lote urbano residencialR$ 50,4 mil
    Terreno
  6. Uma chácara na beira do rio araguaiaR$ 50,4 mil
    Terreno
  7. Um lote urbanoR$ 50,4 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pastor Ibanês declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para senador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Senador · Pará · AGIR · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 11,3 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.937
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.937.
  1. Material impressoTudo de E P Luz - VisaoR$ 4.90199,3%
  2. EscritórioR$ 200,4%
  3. OutrosR$ 170,3%

Quanto custou cada voto: senador, Pará, 2018

Mediana da disputa: R$ 0,84 por voto. Quem venceu, Zequinha Marinho, gastou R$ 0,84 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,40; o mais barato, R$ 0,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 6 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 93 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.